segunda-feira, 6 de abril de 2009

Por que comemos Carne?


O senso comum diz‑nos e no fundo sabemos que os nossos amigos animais têm o mesmo tipo de sentimentos e desejos que nós e que não devemos matar nem ferir outros para os comermos, pois o desejo momentâneo pelo sabor da carne por parte de um ser humano não é tão importante quanto o desejo de outro animal de não ser torturado nem violentamente morto.
A maioria das pessoas mostra-se horrorizada perante culturas onde se comem cães ou baleias, mas estes animais sofrem tanto quanto os animais consumidos usualmente no Ocidente. A diferença é apenas cultural e não moral.
Nos E.U.A. há todos os anos mais de cinco milhões de casos de doenças transmitidas pela carne, milhares das quais fatais. A carne dos animais acumula gordura e químicos perigosos, entre os quais dioxinas, antibióticos, pesticidas, herbicidas e mesmo as formas mais tóxicas de arsénico.
A população em geral sofre cada vez mais de excesso de peso e a dieta Atkins(onde o consumo de proteínas e carnes em geral é incentivado) apenas veio piorar este cenário, pois só resulta a curto prazo. Só 2% de vegetarianos puros sofrem de obesidade, o que representa cerca de um nono do número de obesos onívoros norte‑americanos.
No nosso desenvolvimento moral enquanto espécie chegamos a uma fase em que devemos reconhecer que outras espécies merecem consideração, tal como reconhecemos que a escravatura estava errada, que as mulheres mereciam votar e que as crianças não deveriam ser usadas como transporte de cargas. Matar outros animais é um ato de exploração e violência e só o fazemos porque temos esse poder.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Reflexão


A Dama na Água

Surpreendente filme cheio de seres fantasiosos é mais um obra de arteque compõem a galeria de verdades camufladas que podemos admirar! Uma misteriosa história de como podemos reencontrar os elose os arquétipos de nossa alma através da intuição e do inconsciente.

A muito, tentamos descobrir por meio destas fábulas e personagens a nossa verdadeira identidade. Ou pelo menos a que nossa alma anseia. Nosso lado nobre e heróico. Algumas pessoas adotam até mesmo títulos de nobreza para este "alter ego" - (do latim: alter = outro e ego = eu) como reis e rainhas, príncipes e princesas. Outros são guerreiros: cavaleiros, amazonas e soldados. Há ainda aqueles que preferem o manto da humildade e se camuflam debaixo de um véu de pureza: bispos, monges e freiras. E outros considerados impuros, mas não menos sagrados - como as bruxas e os magos que curavam.
Seja pela vocação ou pela obrigação, as vezes os papéis tem de se misturar: o príncipe tem de virar rei. O padre um bispo, e o soldado aprender a rezar e a cuidar do próximo. Com o passar dos anos, modificamos nosso padrão de comportamento dentro da sociedade e nos tornamos tão numerosos que esquecemos como ser reconhecidos... Buscamos então incessantemente achar a nossa verdadeira identidade para que esta revele o propósito de nossa existência!

Acontece com as crianças, que ao crescerem deixam de ouvir a voz sutil do seu anjo da guarda. E ao se tornarem adultas, tem de buscar na religião: "religio" - do latim "religar", a ligação dos homens a algo superior. Novamente entrando em contato com esse mundo inconsciente através da meditação. Um despertar, é descrito como um "formigamento" por dentro.Na vida, temos nossos próprios anseios e o desejo de seguir em determinada direção. As vezes escolhemos nossa profissão segundo a necessidade do momento, as vezes sentimos o chamado para determinada coisa. Sentimos vocação! Do latim "vocare" que significa "chamar". Assim, o coadjuvante.
Ta legal, não estou aqui só para falar sobre escalada.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Boa tarde galhera,

me chamo Renato Storch, Escalador Esportivo a pouco tempo, porem com muito entusiasmo, estou inaugurando meu novo blog, em breve vou estar reportando aqui tópicos sobre escala esportiva. Camon, camon.